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Campinenses,
Chegamos ao fim do nosso período de Governo:
Seis anos de luta, sacrifícios, incompreensões por partes
de
alguns, alegrias para muitos.
Campina – creio - está pronta para o seu grande futuro.
Caminhamos – juntos - para analisar o resultado do que
fizemos.
Vamos comparar sem nos deixar levar por paixões que não
constroem, mas julgar como um bom juiz, isento de qualquer tipo de
tendência.
Rua Odon Bezerra, água suja correndo e formando um lago
natural...
O povo reclamando, asperamente.
Nós apenas começávamos a conduzir os destinos de nossa
terra...
Era como se fôssemos os culpados de um problema de há
muitos anos... conseguimos verbas, fizemos 1.200 metros de galerias e
construímos a praça que substituiu a lama podre...
Indenizados casas e ligamos a Odon Bezerra à Assis
Chateaubriand. Primeiro desafio vencido!
Ruas Sergipe, Acre, Maranhão e Alagoas... também
beneficiadas.
O povo já podia receber os táxis em casa, pois , segundo
informações, para se conduzir um doente, tinha que transferi-lo para outra
rua que permitisse o acesso!
Meio-fio, linha d’água, calçamento na rua Getúlio
Cavalcante
ligando-a até próximo ao Distrito de Serviços Mecânicos. Quem
resida no Conjunto Paulistano não conseguia vir nem a pé, em período de
chuvas. Fizemos um pontilhão, calçamos a rua, tudo pronto: a iluminação
pública foi ampliada e melhorada.
A rua ao lado do Paulistano foi aberta até a Assis
Chateaubriand, um novo acesso. Em toda Liberdade foi feito o serviço de
iluminação, posteação e ninguém mais reclama da queda de energia que
queimava geladeiras e televisores. Abrigos para ônibus começaram a surgir
também naqueles bairros.
Mais de 3.000 indenizações de imóveis fizemos em Campina
Grande (sem criar problemas com ninguém).
Lembra-se da “Coréia”, perto da UFPB (Universidade Federal
da Paraíba)? Não existe mais - e lá se encontram os acessos às
Universidades. Indenizamos a outra parte da Aprígio Veloso. Fizemos
canteiro central, serviço de drenagem e asfaltamento. Lá na frente uma
rótula e o asfalto até o fim da Avenida Portugal.
Abrimos a Silva Barbosa - outro acesso a Bodocongó. E não
existem mais acidentes na volta de Zé Leal – ali sim, está uma praça que
construímos. Qualquer uma dessas obras merecia
uma festa como inauguração. Não o fizemos. Trabalhamos calados, por ser
uma obrigação. Na Silva Jardim também construímos outra praça. A Arrojado
Lisboa, deu muito trabalho por causa das pedras que existem sob o solo.
Entretanto ela está asfaltada, pronta e com drenagem.
Em Bodocongó além da
construção da Casa da Paz e da ajuda ao clube que está sendo construído (AFRAFEP) um dos melhores de Campina Grande, conseguimos os conjuntos
residenciais "Severino Cabral" e "Deputado Álvaro Gaudêncio", fizemos os
acessos e os calçamento nas principais vias: Rua Manoel Joaquim Rodrigues, Florípes Coutinho, Carlos Alberto de Souza e Professor João Rodrigues,
ligando com uma ponte à rua da Igreja, até a
entrada dos conjuntos. E tudo
com abrigos. Obras já terminadas.
Todo sistema de eletrificação está
pronto. Um mercado, posto médico, área para prática de futebol, boxes,
escola, tudo em vias de se concluir no bairro de Bodocongó pelo
Programa “Cidade de Porte Médio", recursos do Governo Federal...
Se alguém duvida, dê um passeio até lá. A
verdade é eterna.
E o que digo, é verdade.
Bela Vista:
Calçamos as ruas estreitas: Ildefonso Aires,
Rio Branco, Cônego Pequeno e Auta Leite, abrimos, indenizando outras.
Calçamos as ruas, conseguimos o Laboratório de
Análises doando o prédio no Governo Ivan Bichara. O povo da Bela Vista
vibrou, feliz. Embora outras necessidades sejam grandes...
O Açude Novo era uma pocilga.
Lama
podre, porcos, lixo, etc...
Começamos abrindo, indenizando a área onde íamos construir e ao mesmo
tempo ligamos indenizando várias casas o Açude Novo ao Açude Velho através
da Rua Sebastião Donato. Gastamos muito em obras de infra-estrutura,
muitos metros de tubos e aterro.
Fizemos o Centro Cultural. Lá está uma biblioteca que era reclamada por
tantos está pronta, funcionando, embora não recebemos um só elogio por
aquela obra. Não importa! A FACMA, um patrimônio cultural de Campina
Grande, que vivia humilhada, sem pousada definitiva, hoje está numa sala
do Centro Cultural, inclusive com móveis doados pela Prefeitura. Falavam
tanto que não se tinha onde estudar violão, piano e flauta, mas ali se faz
tudo isso e mais Ballet, Educação Física, Artes Plásticas, Artes Cênicas e
após mais de 40 anos funciona um novo cinema em Campina Grande: Cinema 1:
Tudo
está pronto e concluído!
O
acesso até o Centro Cultural no lado oposto à Avenida Sebastião Donato era
composto de casebres que foram indenizados. Os novos coqueiros de José
Rodrigues estão plantados ao longo do terreno numa nova visão de Campina
Grande.
Vamos
para o outro lado do Açude Novo.
Como
era vergonhoso para nós o que ali existia!
Pois
bem, da lama podre nasceu a obra de infra- estrutura, canalização (após
as desapropriações), e surgiu o Centro Comercial (Shopping Center) com
Lojas,
Restaurantes, Lanchonetes e a Feirinha Típica, ponto de encontro da
juventude e de todas as gerações nos fins de semana.
Todas
as obras estão prontas, faltando o retoque final no Cinema que será por
conta da firma que ganhou a concorrência. É mais outro Cinema para Campina
Grande nas ruas laterais, nas sobras de terrenos estão sendo construídas
Lojas de Apoio ao Centro para melhorar o visual do setor. E tudo foi
asfaltado, em volta do Parque, tudo pronto!
A
Avenida João Quirino que passa em frente ao Instituto dos Cegos, está
pronta, faltando para outros Governos o seu complemento na interseção com
a 24 de Maio e Odon Bezerra.
Mas lá
na frente ela prosseguiu atingindo o bairro de Santa Rosa, onde realizamos
além dessa obra que beneficia aquela região, várias ações de
infra-estrutura em diversas ruas, construímos um Albergue que vale a pena
se ver, bem como um Centro de Bairro, com Creche, Quadra de Esporte,
Parque Infantil, Escola, 14 Lojas Comerciais, Lavanderia, Sociedade de
Amigos de Bairro, Telefone e completamos com Posto Médico.
Quem
antes conheceu aquele bairro sabe do bem que fizemos e do quanto se
valorizam as casas, e como cresceu em tudo! Todas as obras citadas estão
prontas, faltaram recursos para completar o restante da Rua do Sol,
entretanto o programa EBTU/BIRD/PROPAV, que deu origem ao convênio Nº
087/82, firmado entre a Prefeitura Municipal de Campina Grande e a Empresa
Brasileira de Transportes Urbanos – EBTU –, tem como vencedora da
Concorrência Pública Nº 01/82 a firma COBRATE – Companhia Brasileira de
Terraplanagem e Engenharia, a qual, contratou com a Prefeitura Municipal
de Campina Grande a execução dos serviços de drenagem, terraplanagem,
pavimentação e obras complementares, compreendendo as seguintes vias
alimentadoras: Ruas 24 de Maio, Presidente Costa e Silva, Mén de Sá, Rua
do Sol, Siqueira Campos, Henrique Dias, Evaristo Pereira da Costa, 15 de
Novembro, Professor Balbino, Amaro Coutinho, Gonçalves Dias, Antonio
Camboim, Rua Chile, Manoel Vieira da Costa, João Sérgio de Almeida, e
projetadas I, II, III, do Conjunto Severino Cabral.
A
Praça João Pessoa recuperamos toda, foi mais difícil do que construir
apenas, está concluída.
Construímos novos armazéns para almoxarifado do D.T.O., em frente ao Açude
Velho para abrigar os caminhões e melhor infra-estrutura compatível.
Construímos num novo local, no Cruzeiro, as novas instalações do
Departamento de Vias Urbanas e do Departamento Municipal de Estrada e
Rodagem.
Lá
existem galpões e a instalação de equipamentos para armazenar
asfalto, brita, etc., para que se processe o atendimento à manutenção de
toda cidade. Essa obra terminamos agora e, portanto, o problema dos
buracos, em nossa cidade está tendo solução mais rápida.
Construímos e concluímos um Posto Médico no Marinho, um Posto Médico em
José Pinheiro, um Posto Médico na Caatingueira, um Posto Médico na Vila
Cabral, uma Mini-Maternidade em Galante e um Grupo Escolar no Distrito de
Boa Vista.
Concluímos os melhoramentos e ampliação da Praça Alfredo Dantas, com sua
respectiva iluminação.
Construímos na Caatingueira, armazéns e instalamos uma fábrica de tijolos
para ajudar o povo pobre. A obra está concluída e em funcionamento, bem
como construímos várias casas, uma vila na Catingueira e demos ao povo
pobre.
Instalamos telefone em convênio com o Estado e a Telpa, em Boa Vista e em
Galante. Concluído.
Ampliamos o Grupo Escolar em São José da Mata em convênio com o Estado.
Concluído.
Iluminamos o Cemitério do Monte Santo e desapropriamos uma área para
aumentá-lo. A iluminação está concluída. O terreno pago. Falta apenas
murá-lo. Como se reclamava, antes!!! Ampliamos o Cemitério do Cruzeiro.
Obra concluída.
Em
frente ao Estádio Municipal em José Pinheiro existiam casebres. Desapropriamos. Acabamos
com a Favela Pé de Galinha e o Governo do Estado está construindo o CSU
(Centro Social Urbano) beneficiando o Bairro de José Pinheiro. Outro
desafio verdadeiro que vencemos!
No início da Rua Arrojado Lisboa existia um lamaçal em pleno
asfalto. Reclamado inclusive pelas fábricas ali perto. Fizemos um serviço
de drenagem e corrigimos o problema.
Na Rua
Amaro Coutinho com a Rua José Adelino de Melo e mais outras ruas, era o
mesmo problema de água estagnada. Corrigimos com mais de 1.000 metros de
drenagem.
A Rua
Santo Antonio – a velha Rua Esquecida – foi toda regularizada. Abrimos uma
nova rua e fizemos drenagem além de asfaltar. Para completar aumentamos
com pavimentação e iluminamos e sinalizamo-la. Por
outro lado colocamos diversos abrigos de ônibus.
Foi
outro grande desafio, quem pode negar?
A Rua
Almeida Barreto, lá perto de onde funciona um equipamento médico do
INAMPS, foi calçada sendo o resto asfaltado. Lá na área após o Quartel da
Polícia, ´prosseguiu com calçamento e em asfalto até a Marginal Leste.
Construímos cinco Calçadões. Todos concluídos.
Os
canteiros do centro da cidade foram regularizados, tudo concluído.
A
praça Esaú Catão, ao lado do Colégio “Assis Chateaubriand”, em José
Pinheiro, construímos e concluímos.
O
antigo prédio da Telingra, compramos novamente para a Prefeitura e o
ampliamos. Já funcionam os órgãos de planejamento do município. Obra
concluída. Fizemos tudo sem propaganda, humildemente. Afinal, era nossa
obrigação!
Na
Prefeitura antiga, modificamos tudo e instalamos computadores.
O
sistema de pagamento hoje está sendo efetuado através de bancos. A
Administração foi totalmente modernizada com a contratação do IBAM e
Centro de Microfilmagem e Arquivos Eletrônicos para manuseio de fichas e
terminais de computação para consulta imediata.
Implantamos o Museu Histórico, com um auditório e onde ficará registrada a
memória de nosso Município. Uma obra que está também concluída. Como o
povo de Campina reclamava!! Em anexo está o prédio do Arquivo
Administrativo, também construído por nós.
A
Praça Nossa Senhora da Conceição foi construída ao lado da Catedral,
substituindo o lixo e o mato que ali existiam. Esta construção foi difícil
pela transferência da imagem de Nossa Senhora da Conceição para o local
onde hoje está, sem que houvesse qualquer estrago. Obra concluída.
A
Praça José Américo, iniciada na gestão de Evaldo Cruz, nós concluímos e
conseguimos asfaltar em sua volta.
A entrada de Campina Grande nós iluminamos, colocamos a posteação,
pavimentamos entre os canteiros, além de trazer um sistema de irrigação
plantamos tudo, tendo, inclusive, em volta do Açude Velho, as palmeiras
imperiais, asfaltamos também a Avenida Canal com a ajuda do DNER.
Asfaltamos as Ruas Siqueira Campos e Rio de Janeiro.
A
Avenida Campos Sales, em José Pinheiro, estava estrangulada e cheia de
buracos, abrimos, fizemos obras de drenagem, construímos um Abrigo em
substituição ao que havia e uma Praça e asfaltamos, além de procedermos à
iluminação pública.
Na Rua
Joana D’arc foi feita a drenagem e asfalto, além do novo sistema de
iluminação pública.
Rua
Silva Jardim: serviço de drenagem e asfalto, além de iluminação nova.
Rua
Mamede Moisés Raia: drenagem, iluminação pública, correção da galeria da
interseção com a Rua Santo Antonio, bem como asfalto em ambas. Está
concluída.
Diversas ruas com pavimentação, meio-fio, linha d’água e sistema de
abastecimento de água.
Abertura da rua Marinheira Agra com indenização.
Abertura da Pororoca com a indenização de duas casas.
Indenização para abrir a Rua Desembargador Trindade.
Doação
do terreno da Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (FIEP) e
participação nas indenizações com o pessoal de apoio. Convém dizer que
este terreno estava juntamente com mais três, entregues à Petrobrás como
pagamento de asfalto de Gestões anteriores, conseguimos liberar os
terrenos e pagar durante um ano com juros mínimos. Contamos com a ajuda,
para este fim do dr. José Fernandes Vieira, campinense que estava na
Petrobrás.
Asfaltamos e construímos canteiros no centro da cidade com iluminação
pública da Rua Raimundo Alves.
Indenizamos onze casas no Campo do Leão para construção do CSU, iniciado
na Gestão de Evaldo Cruz e concluído na nossa.
Construímos o novo acesso ao Hospital da FAP, pela Olegário Maciel. Essa
rua falta terminar por problema de indenizações, porém construímos mais de
2/3 de artéria e os recursos para o término estão assegurados. O projeto
está pronto. É só acrescentar. Foi outro desafio.
Vamos
falar da Cachoeira. Quem a conheceu há alguns meses pode avaliar entre o
ontem e o hoje. O povo pobre trazia em algumas latas, na cabeça, descendo
verdadeiros abismos. Pois bem, fizemos escadarias, iluminação pública,
água e acesso em pavimentação, humanizamos, além disso, desapropriamos
toda área para fazer a doação ao povo. Quem já fez isso a nível municipal,
antes de nós???
Falemos sobre o Jeremias: Bairro acidentado, fizemos escadaria como na
Cachoeira, meio-fio e linha d’água, eletrificação de todas as casas,
pavimentação, pois antes os ônibus ficavam lá em cima, na Avenida 15 de
Novembro, em período de inverno, hoje já podem circular livremente há
acesso fácil.
O
Mercado que será composto de boxes, está pronto, faltando apenas
inaugurá-lo. Posto
Médico, Escola, Creches, tudo pronto, que falta apenas equipamentos para a
inauguração.
O
canal está sendo construído que passará sob a linha férrea. Apenas o
PROMORAR I, que já aprovamos está se iniciando (indenizamos e pagamos os
terrenos da área) são 329 casas para corrigir as ruas, as casas mal
localizadas. Tudo prontinho para a arrancada que prossegue pela CEHAP. O
Colégio Estadual da Palmeira, que serve para essa comunidade é o mesmo da
Palmeira que foi construído pelo Município no Governo do dr. Ivan Bichara
em convênio com o Governo do Estado.
Na
Palmeira o maior pedido era a abertura da Rua José Lins do Rêgo.
Atendemos. Fizemos obras de drenagem, construímos a Praça, Calçamentos,
Quadra de Esportes e corrigimos com uma grande drenagem o problema que
afligia a Igreja Nossa Senhora de Fátima, o Colégio Santa Bernadete e
adjacências. Abrimos a Rua Professor Balbino e fizemos meio-fio e linha
d’água. Outro desafio de muitos e muitos anos. O povo sabe disso...
Todo o
sistema de eletrificação foi mudado e está novinho em folha. Convém
lembrar que a maioria dessas obras foi feita pagando-se indenizações ou se
permutando terrenos.
No
Monte Santo fizemos várias ruas – João Suassuna, Rua Articulino Dantas,
Sinhazinha de Oliveira, Rua José Augusto Trindade, Rua Acácio Figueiredo,
Rua Maurício de Medeiros – em pavimentação, completamos a Rua João
Suassuna, Rua Olegário Maciel, Rua Professor Câmara e outras. Hoje se
circula tudo em asfalto ou paralelepípedos. Obras concluídas. Quem quiser
ver é só ir lá.
Construímos a Praça “Dr. Otávio Amorim”, por trás do edifício da
Prefeitura.
O Projeto CURA III foi contratado para execução da obra PMCG/SVO/ Nº
34/82, com a construtora Limoeiro S/A, o qual tem como objetivos:
Sistema viário;
Drenagem de águas pluviais;
Transportes (abrigos);
Construção de Centro de Bairros.
As
ruas beneficiadas são, com pavimentação em paralelepípedo: Avenida Canal,
Rua José do Ó, Rua Manoel Elias de Castro, Rua Newton Estilac Leal, Rua
Adauto Travassos de Moura, Rua Presidente Roosevelt, Rua Estelita Cruz,
Rua Agamenon Magalhães, Avenida Floriano Peixoto, Rua Salvino de Oliveira
Neto, Rua Silva Jardim, Rua Santa Cecília, Rua Sindolfo Montenegro, Rua
Nossa Senhora de Lourdes, Rua Projetada I, Rua Felix Carolino, Rua
Napoleão Laureano, Rua Vereador Benedito Motta, Rua Capitão Ademar Maia
Paiva, Rua Conselheiro Paulo de A. Soares, Rua Ordenez Trovão de Melo, Rua
Norberto Leal, Rua Frankilin Araújo, Rua Monteiro Lobato, Rua Paulo Araújo
Soares, Rua Vigário Virgínio, Rua Manoel Elias de Araújo, Rua Mauro Lunas,
Avenida das Nações.
Dois
giradores serão construídos em confluência com a Avenida Canal com saída
para o Brejo e outro junto à Ciretran.
Com
pavimentação asfáltica:
Rua
Apolônio Amorim, Rua Manoel Tavares. E o centro de bairro que está
localizado na favela de nome Buraco da Jia tem os seguintes equipamentos:
Escola, Creche, Posto Médico, Lavanderia, Quadra Polivalente e unidade de
Segurança.
Os
recursos para execução deste projeto foram conseguidos por nós, através do
convênio CVN 0055/82 de 08 de Outubro de 1982, no valor de 600.000
(seiscentos mil) unidades padrão de capital do BNH – UPC, o qual foi
assinado entre o Banco Nacional de Habitação – BNH e a Prefeitura
Municipal de Campina Grande, com a interveniência do Banco do Estado da
Paraíba S/A – PARAIBAN –, na qualidade de agente financeiro do Programa.
A
Câmara de Vereadores era totalmente desprovida de equipamentos, com a
nossa ajuda e nas presidências de Rafael Manoel dos Santos, José Sobreira
Targino e Altair Pereira Lima, fizemos uma sala de reuniões mais condigna,
colocamos elevador, fizemos gabinetes para os parlamentares e outros
melhoramentos.
Foi
julgada hoje a Carta Convite Nº 02/83 que tem como objetivo a implantação
de pavimento em paralelepípedos, compreendendo as seguintes ruas: Josefa
Maria da Conceição, São José e São Luiz, localizadas na Vila Cabral, na
cidade.
Neste
momento, não posso dizer uma por uma, as obras que realizamos. Obras como
a Rua 24 de Maio, grande desafio, que também construímos e que terá
prosseguimento com os projetos aprovados e os recursos assegurados,
através do programa PROPAV, como já citamos anteriormente.
Há
registro na Prefeitura de centenas de obras que deixo de citar;
calçamento, novas artérias, galerias, avenidas importantes, como a Almeida
Barreto, na confluência com a Avenida Floriano Peixoto e a novíssima
Avenida Marginal Leste, que é o prosseguimento da Avenida Almeida Barreto
até chegar em Bodocongó, tudo em asfalto: Poucos acreditavam numa avenida
tão importante!
Não
falei da Avenida Oswaldo Cruz, que passa pela EMBRAPA e termina na
Marginal Leste.
Não
falei na recente José de Alencar que termina na Projetada I (outra rua
nova ao lado do César Ribeiro), que fizemos em paralelepípedo, e que liga
a Rua Rodrigues Alves à Rua Osvaldo Cruz.
Vamos
homenagear o velho Plínio Lemos, vamos dar o nome àquela artéria: Rua
Prefeito Plínio Lemos.
Falemos sobre o D.S.M – Distrito dos Serviços Mecânicos. Esta obra merece
a visita de todos os campinenses, paraibanos, brasileiros. É uma das
maiores realizações do nosso Governo. 25.000 metros quadrados, a área
construída, com 148 oficinas etc...
Deixo
ainda paga a contrapartida da Prefeitura referente ao estudo da
viabilidade técnica do novo Aeroporto, que é fruto de convênio com a
CECIA, obra que será construída no Bairro do Velame, cujo valor do
mesmo foi de CR$ 6.000.000,00.
A
Companhia de Infantaria foi transformada em Batalhão, também com a nossa
participação na área federal e ele será ampliado com certeza.
O
Terminal Rodoviário cuja escolha do local e 80% do terreno foi locado e
doado por nós, está em plena execução pelo governador Clóvis Bezerra,
entretanto, ninguém pode me desvincular dessa obra, pois estou tão ligado
a ela como a minha própria família.
Campinenses:
Gostaria de falar sobre os projetos CURA I e II.
O
projeto CURA é vinculado ao BNH (Banco Nacional de Habitação) e se
consegue apresentando projeto que demonstrem viabilidade
econômico-financeira, pois ele é pago pela Prefeitura no prazo de 20 anos.
Para
ser aprovado é preciso que se demonstre que ele próprio se pague através
do imposto progressivo incidente sobre os terrenos vagos beneficiados.
No
momento em que se constrói no terreno da área CURA, imediatamente este
imposto progressivo deixa de existir cobrando-se. É claro, o IPTU (Imposto
Predial e Territorial Urbano) que vai dar melhor receita à Prefeitura
Municipal. Portanto, o projeto se paga e não envolve a capacidade de
endividamento. O débito da Prefeitura que atinge cerca de CR$ 3.000.000,00
é o somatório do projeto CURA I e II, os empréstimos que foram contraídos
noutras administrações, porém todos a longo prazo.
A
Prefeitura Municipal tem hoje uma boa capacidade de endividamento bem
superior a centenas de Prefeituras existentes no país. Em dificuldade
financeira qualquer ela pode contrair empréstimo até quase um bilhão de
cruzeiros, o que demonstra que não houve empréstimo para pagamento de
pessoal.
Os
empréstimos com o CURA são por 20 anos. Foi aprovado inclusive pelos
vereadores da oposição que criticam este débito da Prefeitura, o que é uma
contradição. É uma ignorância se criticar projetos dessa natureza ou pura
maldade.
Estamos deixando a URBEMA sem nenhum problema, limpinha e com condição
para ser uma grande empresa em apoio à Prefeitura. Este foi o seu objetivo
e assim procedeu durante nossa Administração.
A
COMDECA fica com depósito em banco no valor de CR$ 2.500.000,00. Pagou a
folha, está em dia, ela fez projetos, que se fossem feitos por custariam
uma fortuna. Criticada injustamente por muito tempo, foi, no início, o
apoio principal para o êxito de nossa Administração. Faça-se justiça!
A
FELPA, embora sem muitas condições, conseguiu recuperar a maternidade que
estava profundamente deteriorada, hoje tem uma moderna lavanderia, salas
de parto, berçário, e fora a cozinha que deu outro aspecto foi inaugurada.
A CELB
funcionou muito bem, sobretudo reforçada com o Programa Cidade de Porte
Médio, com recursos a fundo perdido que nós conseguimos. Tanto é assim que
foram eletrificadas e modificadas as rede de vários bairros de Campina
Grande, além dos distritos e até municípios vizinhos como Massaranduba,
Lagoa Seca, Fagundes e Queimadas.
Elevamos nosso conceito em Brasília, São Paulo e até no exterior através
dos projetos que realizamos. Trouxemos vários ministros Mário Andreazza,
Stabile, Haroldo Matos, General Medeiros, General Medeiros, General
Venturini, General Ludwig. Conseguimos a presença de Mac-Namara,
presidente do Banco Mundial que em minha residência fez referência à
seriedade do nosso trabalho. Posteriormente me escreveu de Washignton
ratificando sua posição.
Instituímos os Festejos Juninos, dando nova dimensão, colocando no
Calendário Turístico, dando todo apoio, inclusive nos bairros de Campina
Grande.
Fizemos o Encontro de Sanfoneiros, o primeiro passo para o Congresso,
aproveitando as vocações de Campina Grande. Concorremos no Rio de Janeiro
por três anos consecutivos representando o Estado da Paraíba no Concurso
Nacional de Bandas de Música, participamos duas vezes do Programa de
Sílvio Santos, “Cidade Contra Cidade”, quando vencemos e divulgamos
Campina Grande a nível nacional.
Trouxemos o Projeto Pixinguinha, trazendo assim a independência cultural
de nossa cidade.
Participamos do Congresso Internacional de Crítica Literária.
Campinenses:
Meu
povo.
Fiz o
que pude, podem acreditar.
Tentaram desvirtuar minha imagem.
Tentaram negar tantas realizações.
Deus
sabe e os mais humildes reconhecem o nosso esforço.
Lutei
por Campina, minha amada terra.
Trago,
hoje, na minha alma os arranhões das injustiças. As pedras que nunca
atirei em ninguém, me estão sendo constantemente jogadas, como se, me
atingido, me ferindo, me estraçalhando, estes que assim procedem,
estivessem livres do compromisso com o povo.
Querem
crescer, adquirir popularidade, destruindo quem tanto amor tem pelo
povo...
Que
medo será este?
Que
receio que têm de mim, tanto, tanto, ao ponto de não mais se respeitar nem
o povo?
As
eleições passaram, mas continuam falando, vociferando, como se em
palanques estivessem...
Nunca
atingi a ninguém.
Nunca
me preocupei com procedimentos de ninguém.
Só
Campina, meu povo, tem sido minha vida.
Atiram
pedras, procuram macular minha imagem, inventam, criam, pensando que se
constrói para si destruindo os outros.
Não
existe mais a ética.
Morreram as consciências, o respeito até a Deus!
Despeço-me, Campina, meu povo, deixando como resposta a tudo isso, as
grandes realizações do meu Governo.
Agradeço a todos. Sem distinguir ninguém, agradeço como coração aberto.
No meu
Governo o sol nasceu para todos!
É o que mais me tranqüiliza, porque, estes que não têm conduta, que só
pensam em destruir, em atingir, não me atingirão.
As
pedras não chegam até onde estou.
As
alturas do meu procedimento não permitem.
Muito obrigado.
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