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Campina Grande é um município serrano de clima ameno O seu clima é de
montanha, com uma temperatura média entre 15°C e 20°C. As mais baixas
acontecem entre os meses de maio a agosto e as mais altas de janeiro a março
e de outubro a dezembro. E
população de
aproximadamente 360 mil habitantes.

Campina Grande está localizada na Paraíba
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a 120 Km da capital da Paraíba - João Pessoa
- no
Planalto da Borborema, mesoregião do Agreste. O Estado está situado à leste
da região Nordeste,
limitando-se com o Rio Grande do Norte (Norte), Oceano
Atlântico (Leste), Pernambuco (Sul) e Ceará (Oeste). O relevo do Estado tem
66% do território, entre 300 e 900 metros de altitude. A capital é João
Pessoa, e as cidades mais importantes do Estado: Campina Grande,
a própria
capital, Santa Rita, Patos, Sousa e Cajazeiras.
Faz fronteiras com:
Sul - Fagundes, Queimadas, Boqueirão e
Caturité; Norte - Massaranduba, Lagoa
Seca, Pocinhos e Puxinanã; Oeste - Boa Vista; Leste - Assis Chateaubriand e
Ingá.
Destaca-se nas áreas de serviços - saúde e educação - no comércio e
indústria, notadamente calçados e têxteis, em suas atividades econômicos
principais. Sedia empresas de porte nacional e internacional. Dispõe de
quatro distritos industriais.
Campina Grande exerce um papel preponderante na região Nordeste, atuando
como pólo disseminador da arte genuinamente nordestina. É na Paraíba que
acontece uma das maiores festas de São João do mundo. Mais precisamente em
Campina Grande, na Serra da Borborema, a 121 quilômetros de João Pessoa.
Durante 30 dias, o Parque do Povo, especialmente idealizado para sediar o
evento, se transforma num imenso vilarejo do interior nordestino. O cenário
é de um gigantesco arraial, decorado com lâmpadas e bandeirinhas coloridas,
onde artistas da Paraíba e de outros Estados fazem cerca de 220
apresentações durante a realização da festa.
É conhecida como
“A Capital do Trabalho”.
Possui estratégica localização geográfica em relação à
eqüidistância dos mercados nordestinos e proximidade com os mercados
internacionais. Conta com infra-estrutura de estradas, transportes
(rodoviário, aéreo e ferroviário), proximidade dos portos de Cabedelo, na
Paraíba; e Suape, em Pernambuco.
É bem servida no setor educacional
superior com a Universidade Federal de Campina Grande e a Universidade
Estadual da Paraíba e faculdades particulares, abrangendo cursos nas áreas
de humanas, exatas e saúde, pós-graduação e intercâmbio com universidades do
exterior.
A cidade possui boa capacitação em nível médio e técnico, com instituições
especializadas a exemplo do SENAI, SENAC, Centro de Tecnologia do Couro e do
Calçado, Laboratório de Vestuário
e a Escola Técnica Redentorista e opções em vários cursos técnicos, nas
áreas da saúde, ciências exatas e telecomunicações.
Registre-se que, em
1984, foi criada a Fundação Parque Tecnológico da Paraíba – PaqTc-PB -, e no
ano de 1992 inaugurado o Centro de Incubação de Empresas. Destaca-se nos
setores de eletrônica e informática, sendo sede de um dos primeiros núcleos
do Softex-2000, programa nacional de desenvolvimento e produção de software
para
exportação, inclusive promovendo Feiras de Tecnologia de grande sucesso.
As
iniciativas são apoiadas com infra-estrutura básica, incentivos fiscais e
financeiros, desenvolvendo projetos nos aspectos sócio–político-econômico.
Exerce atuante presença no turismo, importando e exportando culturas e
tecnologias em eventos de reconhecido porte no Brasil e exterior.
É a nossa terra, orgulho de nossa gente!
ORIGENS
As origens sobre a
data de criação de Campina Grande geram uma série de controvérsias. A
história retrata que o povoado teria sido fundado por Teodósio de Oliveira
Ledo, Capitão-Mor dos Sertões, em 1º de dezembro de 1697, conforme alguns
historiadores, a partir de um aldeamento dos índios Ariús, escravizados da
região das Piranhas e Piancó, no “sítio da Campina Grande”.
Os indígenas foram fixados nas proximidades do riacho das
Piabas, onde surgiram casebres de taipa, constituindo o primeiro arruamento,
que atualmente é a rua Vila Nova da Rainha.
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Antigo prédio da Câmara Municipal.
Hoje, Biblioteca do Município |
Oliveira Ledo era de origem lusitana, e seus familiares vieram da Bahia,
para criar gado nesta região. O capitão Antonio Oliveira Ledo montou a
primeira fazenda do Cariri mais precisamente em Boqueirão, às margens do rio
Paraíba, inclusive fundando o povoado, e trazendo com ele os seus irmãos e
sobrinhos.
Teodósio optou pelas regiões das Piranhas e vale do Santa Rosa. Ele
conquistou o título de Capitão-Mor-dos Sertões da Paraíba em razão de sua
coragem. Casou com Isabel Paz, viuvado e casado logo
depois com Cosma
Tavares. Constituiu uma numerosa família.
Faleceu no ano de 1744, com cerca
de 80 anos, na oportunidade em que estava à frente de uma expedição de
guerra contra os índios
das Piranhas. Acredita-se que seu corpo foi
enterrado na serra dos Anís, em Boqueirão.
Povoado
O aldeamento de Teodósio e os índios, conforme esta versão,
logo se converteria em povoado, dado a sua posição geográfica, e a sua
ligação entre o Litoral e o Alto Sertão, com terras adequadas à cultura de
vários cereais indispensáveis à vida dos colonos, ganhando importância como
entreposto comercial. Foi edificada uma igreja no alto da colina em torno da
qual sugiram novas moradias, dando origem ao largo da Igreja, mais tarde
largo da Matriz - hoje avenida Floriano Peixoto.
Admite-se que, quando o povoado foi iniciado havia afora a capital, João
Pessoa, apenas as localidades de Cabedelo, Baía da Traição, Alhandra e
Jacoca, no Litoral; Monte-mor, Taipu e Pilar, na região da Várzea;
Boqueirão, no Cariri; Piranhas e Piancó, no Sertão.
Hipótese
Há indícios do local já constar em um mapa confeccionado por
Andreas Antonius Horatiy, publicado no livro Istoria delle Guerre del
Regno del Brasile Accadute tra la Corona de Portogallo e la Republica de
Olanda, do Frei Gioseppe Santa Teresa, publicado em Roma em 1698, antes
mesmo da carta de Manoel Soares de Albergaria, Capitão-mor da
Paraíba, escrita em 14 de maio de 1699 ao rei de Portugal, a respeito do
assunto.
"Surge assim o grande desacordo entre os dois documentos
referidos. A carta de Albergaria comunicando a fundação de Campina Grande
em
fins de 1697 é datada de maio de 1699, portanto um ano e seis meses após o
acontecimento. A resposta do rei de Portugal referindo-se ao fato só se
verificou a 16 de setembro de 1699 (...). Como poderia o resto da Europa, ou
mais especificamente a Itália, ter conhecimento de Campina Grande de tal
modo que o topônimo já figurasse no mapa de Horatiy em 1698, como povoação?
Por outro lado, um livro como o de Frei Gioseppe tomaria certo tempo na
redação. Da mesma forma a confecção de um mapa como o de Horatiy. A
impressão naquela época era demorada não só devido à técnica tipográfica,
como também por causa das inúmeras permissões que tinham de ser
solicitadas. Além disso, as comunicações com a metrópole eram retardadas
pelos meses de viagem marítima nas lentas caravelas". (BORGES, José Elias
Barbosa: A
Fundação de Campina Grande.
Revista Campinense de Cultura, Editora da Comissão Cultural do Município, p.
9, n.º 5, ano II, setembro de 1965.
Assim, outros historiadores advogam a hipótese de que a localidade
já
existia como povoado – e com o nome de Campina Grande – quando Lêdo aldeou
os índios.
Vila Nova da Rainha
No ano de 1769 foi criada a freguesia de Nossa Senhora da
Conceição com sede no povoado de Campina Grande, desmembrada da freguesia de
Nossa Senhora dos Milagres da Ribeira do Cariri de Fora.
A partir de 20 de
abril de 1790, com a instalação da Vila Nova da Rainha, Campina Grande
passou a contar com o Senado da Câmara - ou Câmara Municipal -, Julgado de
Paz, Cartório e Pelourinho, através da Carta Régia de 22 de julho de 1766. Inclusive, há uma curiosidade de que esse novo nome não
houvesse sido acatado por grande parte da população, a não ser em documentos
oficiais. Consta que papéis forenses de 1831 referiam-se à “Campina Grande”.
Formava um incipiente
centro urbano, no qual as atividades mercantis se concentravam. Era tudo
muito vagaroso em termos de crescimento, com casebres de taipa construídos
no “Largo da Matriz” (hoje, avenida Floriano Peixoto). Acredita-se até que
não contava nem com cem pequenos casebres, distribuídos no largo da Igreja,
na rua do Meio e nas Barrocas.
Algodão
A pecuária e o algodão trouxeram benefícios para a economia
também contemplada pelas estradas que por ela passavam, proporcionando um
considerável progresso. Realizava a maior feira de gado do Estado, e de
cereais.
Nessa
época a jurisdição municipal abrangia o Cariri (exceto a serra do Teixeira),
partes do Agreste até além da fazenda Banabuié, parte do Brejo e a ribeira
do Bacamarte, hoje Ingá. E povoados de Fagundes, Boqueirão, Cabaceiras,
Milagres, Timbaúba do Gurjão, Alagoa Nova, Marinho, e outros de menor porte.
O primeiro
desmembramento ocorreu em 5 de maio de 1803, com a Vila Real de São João do
Cariri de Fora. Perdeu terras do Alto Paraíba, Alto Taperoá, dos vales do
Quixodi e Mucuitú. Outros desmembramentos ocorreram com a criação da Vila de
Cabaceiras, em 1835, tirando as áreas das terras do baixo Taperoá e da foz
do riacho Bodocongó; e a criação da Vila de Alagoa Nova.
Cadeia
No ano de 1814 foi
concluída a construção do prédio da cadeia localizada no Largo da Matriz.
Atualmente, funciona o Museu Histórico e Geográfico, na avenida Floriano
Peixoto.
A primeira agência postal da localidade foi instalada em julho de 1829.
Surto
Em 1852, a
população somava cerca de 17.900 pessoas, entre cidadãos livres e escravos.
No ano de 1856, uma epidemia de cólera-morbo matou aproximadamente 1.500
pessoas na comunidade.
O cemitério das
Boninas foi um entre os vários improvisados em diversos sítios para o
sepultamento desses mortos. Em 1862, a doença vitimou mais 318 moradores.
Emancipação
Campina Grande,
através da Lei Provincial nº 137, com a seguinte redação: “Art. 1º - A Vila
de Campina Grande fica elevada à categoria de cidade, conservando a mesma
denominação, e revogadas as disposições em contrário”, conquistou
sua independência política em 11 de outubro de 1864.
A localidade já contava com três largos, quatro ruas e cerca de 300 casas.
Também as igrejas da Matriz e do Rosário, e Câmara Municipal.
Desenvolvimento
A partir da elevação à
categoria de cidade, registrou o crescimento do comércio no povoado. Ganhou
prédios para a Cadeia Nova, a Casa de Caridade e o Paço Municipal.
Muitas casas foram
construídas nesse período. A Lei Provincial nº 183 criou a Comarca em 8 de
agosto de 1865. Em 7 de outubro de 1867 foi instalada a Agência Fiscal das
Rendas Provinciais.
Maioridade
A luta
político-eleitoral se intensificava entre “conservadores” e “liberais”,
ocasionada muitas vezes por motivos os mais banais, incluindo a própria
mudança da feira, ora para o "Comércio Novo", ora para o "Comércio Velho":
os liberais a queriam no "Comércio Velho". Que, inclusive, foi transferida
mais duas vezes, num período de seis anos: ela volta para o "Comércio
Velho”, por força da Lei Provincial número 334; e retorna ao "Comércio
Novo”, por imposição da Lei Provincial número 381.
Geralmente os chefes,
quase todos rurícolas e agropecuaristas das famílias mais antigas, desejavam
residir nas artérias antigas; os conservadores, comerciantes em grande
parte, a queriam no "Comércio Novo", onde era mais lucrativo. Eram violentas
as confusões pela mudança da feira. Impediam até mesmo a sua realização.
Revolta
O Decreto Imperial
de 18 de setembro de 1872 determinou como padrão de medidas o sistema
métrico decimal francês. Em novembro de 1874, a execução desse decreto
iniciou a insurreição dos “Quebra-Quilos”, em Campina Grande.
A revolta comandada
por João Vieira, com a alcunha de “João Carga d’Água” irrompeu na serra de
Bodopitá. Os revoltosos invadiram a cidade num dia de feira, e quebraram os
“pesos" (caixas de madeira de um e cinco litros de capacidade), fornecidos
pelo poder público e utilizados pelos feirantes, e os jogaram no Açude
Velho. A luta revolucionária se estendeu a outros municípios do Brejo e do
Cariri, envolvendo, inclusive, o estado de Pernambuco até Alagoas.
A revolução ganhou
novos contornos. Os revoltosos juntaram-se a vários outros armados,
liderados por Manoel de Barros Souza (Neco de Barros) e Alexandre de
Viveiros. Invadiram e dominaram a cadeia, soltando os presos, incendiando os
cartórios e o arquivo municipal. Viveiros desejava anular os autos
de processo de homicídio que pesavam sobre ele. A revolta foi sufocada pelas
autoridades policiais. O líder João Carga d’Água fugiu, mas Alexandre
Viveiros foi preso. A milícia imperial reprimiu com ferocidade a população
campinense no início de 1875.
Imprensa
De 1888 a 1895 foram lançados os primeiros órgãos de imprensa
de Campina Grande: A “Gazeta do Sertão", "O Álbum", "Alfinete", "A Gazetilha",
"O Tempo", "O Campinense" e "O Eco". Na época foram fundadas duas bandas de
música na cidade: uma dirigida pelo maestro Balbino Benjamim de Andrade, e
outra por Antônio da Silva Barbosa.
Em 13 de janeiro de
1896 ocorreu a inauguração da Estação Telegráfica inicialmente denominada
"Estação Telefônica" (no prédio onde é hoje o Museu Histórico e Geográfico).
Novas mudanças tomaram corpo, a partir, principalmente, da construção da
ferrovia, permitindo-se o transporte de mercadorias em grande escala.
Qualidade
Sedia
universidades públicas (Universidade Federal de Campina Grande e a
Universidade Estadual da Paraíba) e particulares a
FACISA e a U.V.A., com
cursos nas áreas de humanas, exatas e saúde, pós-graduação, mantendo um
qualitativo intercâmbio com universidades
do exterior.
A cidade possui uma boa capacitação em nível médio e técnico, por
instituições especializadas como SENAI, SENAC, Centro de
Tecnologia do Couro
e do Calçado, Laboratório de Vestuário e a
Escola Técnica Redentorista com
opções de vários cursos técnicos, nas áreas da saúde e ciências exatas,
informática,
telecomunicações.
É sede da Federação das
Indústrias do Estado da Paraíba, do Centro Nacional de Tecnologia do
Couro e do Calçado e Fundação Parque Tecnológico. Abriga quatro pólos
industriais: de Couro e Calçados, Têxtil e Vestuário (nas áreas do
algodão comum,
algodão colorido e confecções), Informática e
Minerais Não-Metálicos).
Outro empreendimento localizado em Campina é a EMBRAPA, que desenvolve
pesquisas para a produção do algodão colorido para a fabricação de
roupas.
O município é líder no chamado Compartimento da
Borborema, conforme a Junta Comercial do Estado da Paraíba, nos vários
setores da agropecuária, extração vegetal, pesca e agricultura,
indústria extrativa, indústria de transformação, construção civil,
comércio varejista, comércio atacadista, transporte, comunicações,
prestação de serviços, ensino e outras atividades.
No ano de 1982, foi construído o Shopping Center Campina Grande, um dos
pioneiros na região. Conta hoje com vários outros shoppings como o
Iguatemi, o Shopping Centro, o Cirne Center.
Em 1991 foi concluído o
Centro
de Comercialização
“Luiza Motta”.
Informática
O setor tecnológico de
informática tem recebido prêmios e
destaques internacionais. Exporta
softwares para os Estados Unidos
e países da Europa.
Atualmente, conta com os seguintes estabelecimentos
industriais/comerciais: Indústrias: aproximadamente 1229
fábricas;comércio atacadista: em torno de 200 casas; Comércio varejista:
3.200 unidades
No setor de prestação de
serviços, a cidade é considerada um importante centro econômico,
com o algodão herbáceo, feijão,
hortifrutigranjeiros, numa produção de aproximadamente, seis mil
toneladas.
A “Feira de Campina Grande” é conhecida nacionalmente por sua
diversidade e amplitude, sendo realizada diariamente. É uma das maiores
do Nordeste.
Transportes
Para o seu transporte aéreo com o Aeroporto “João Suassuna”, situado a
seis quilômetros do centro da cidade, no bairro do Ligeiro no sentido
Sul, através da BR-104. Opera com os tráfegos regular e demais vôos.
Telefone: (0xx83) 331-1149. Acesso por avião: Rio-Sul Nordeste e BRA
Transportes Aéreos Tam, Transbrasil, Varig e Vasp (João Pessoa).
Na direção leste, partindo de Cabedelo, passando por João Pessoa, a
BR-230 corta a cidade. A 30 quilômetros a BR-230 encontra-se com
a
BR-412.
Centro de Convenções
Campina Grande conta com o moderno Centro de Convenções “Raymundo Asfóra”.
O estabelecimento dispõe de dois salões, com capacidade para 1.000 e 240
pessoas respectivamente.
O auditório tem com 781m2 de área construída e capacidade para 776
lugares com salas para tradução simultânea, cabine para projeção,
sonorização, comando de iluminação, camarins, central de
ar-condicionado, tela para projeções, sistema de som e um sistema de
iluminação cênica de qualidade.
Rede Hoteleira
Os serviços de infra-estrutura hoteleira oferecidos são, em termos de
quantidade, suficientes para dar suporte ao fluxo turístico. São 22
hotéis, com 1.600 leitos. Há cerca de 178 estabelecimentos entre bares e
restaurantes.
• Marc Center Hotel - Telefone 341 1318
• Hotel do Vale - Telefone 341-3111, e 341 5919; fax: 321-2127
• Hotel Elus - Telefone 321 4115
• Hotel Futurama - Telefone 341 0648 e 341 1999
• Hotel Guarani - Telefone 341 1380
• Hotel Mahatma Gandhi - Telefone 321-5275, 321-8276 e 341-4049
• Hotel Majestic Hotel - Telefone: 341-1881, 341-1769 e fax: 321-6748
• Hotel Ouro Branco - Telefone: 341-2929; fax: 322-5788, 341-3041
• Hotel São Lucas - Telefone: 321 0681
• Hotel Serrano - Telefone: 341-3131; fax:
3321-0635,
341 5492
• Hotel Souto Maior - Telefone 321 2154
• Hotel Verona - Telefone 341 1926
• Hotel Village - Telefone 337 3696 e 337 2053
Agências de Turismo
• César Turismo - 341 5840
• CGTur - 341 5757
• Gran Tour Internacional - 341 6000
• Modeo Tour - 341 1000
• Delta Brasil Turismo - 322-7682
• Reitur - 321 4663
• Canopus Tour - 341 6321
• Voyage Turismo -342 4114
Bancos
Em 1923 foi inaugurada a Agência do Brasil, primeiro estabelecimento de
crédito da cidade. Em 1927, ocorreu a criação do Banco
Industrial de
Campina Grande.
Os estabelecimentos hoje em funcionamento:
- Banco do Brasil; - Caixa Econômica Federal – CEF; - Banco do Nordeste
do Brasil – BNB; - Bradesco; - Itaú;- Mercantil do Brasil;-
Real;- Unibanco
- Sudameris; - Multibank.
Comunicações
Três provedores de internet, duas emissoras de televisão – TV Borborema, TV
Correio e TV Paraíba; e rádios AM E FM (Rádio Borborema, Rádio
Caturité, Rádio Cariri, Rádio Cidade e Rádio
Campina Grande FM, Rádio
Correio FM, Rádio Panorâmica FM, Rádio Ariús FM; três jornais
(Jornal da Paraíba, Diário da Borborema, A Palavra); Sucursais do
Correio da Paraíba, de O Norte, A União, servem à população, com grande
competência.
Subsídios do Site: Via Sol (www.viasol.hpg.com.br)
Do site:
www.onordeste.com.br
Do Site da Câmara Municipal de Campina Grande
(www.camaracg.com.br)
Do "Memorial do Poder Político - 500 Anos de História"
da Câmara
Municipal de Campina Grande
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